Posted by: oconteudo | Abril 11, 2008

Novo QG do OCO. . .

Você já percebeu como a vida realmente nos prega algumas peças? Às vezes quando você acha que se estabilizou, que a estrada a sua frente é tranqüila, você tem o mapa nas mãos, sabe a distância e o tempo exato de chegada.

Então, sem você esperar, do nada surge uma placa, uma sinalização informando “Estrada Nova a 5km”

Passa mais alguns instantes e “Venha para a nova estrada - 1km”

Por fim, você chega à entrada da nova estrada e é obrigado a tomar uma decisão:

Segue no caminho conhecido, mapeado e certo?

Ou arrisca o novo caminho e assume o desafio com poucas informações sinalizadas?

R: Minha gente, esse é o desafio diário, semanal, anual e as vezes é a escolha de uma vida!

Constantemente, pequenos sinais lhe surgirão e novas oportunidades acontecem sem você estar preparado! O mais importante é perceber os sinais e optar pelo desafio, pois por mais que você goste da estrada conhecida, as vezes o novo caminho pode ser melhor, mais curto e com muitas vantagens a frente.

Em março de 2008 este que vos escreve encontrou uma nova estrada, decidiu entrar e não se arrependeu! Abaixo a foto do novo QG do OCO, apelidado gentilmente por minha esposa e eu de “CaFoFo”.

o CaFoFo do OCO representa a nova etapa em nossas vidas e é onde devo morar pelos próximos meses…

E VivA o CaFoFo do OcO!!!

qg2

Grande abraço a todos!

Posted by: oconteudo | Março 3, 2008

Vikelp - Propaganda de 1957

 O anuncio abaixo chamou muito a minha atenção, a maneira como o texto foi redigido e a imagem me remeteram no mesmo instante para 1957.  Fiquei imaginando como seriam as propagandas em geral naquela época! Com certeza hoje o anuncio do Vikelp teria dificuldades para ser lido, quem dirá o produto comprado!

Vikelp - Propaganda de 1957

Fonte: Brasil - Almanaque de cultura popular

Posted by: oconteudo | Fevereiro 24, 2008

A mais pura realidade do dia-a-dia!!!

Quando vi a Charge abaixo pela primeira vez, estava sentado no avião (atrasado para variar) de Porto Alegre para Florianópolis, era um vôo de sexta-feira, final da tarde, ou seja, lotado! Quando li a obra prima do Caco Galhardo soltei uma gargalhada tão grande que metade do avião parou para olhar e a outra metade ficou rindo de mim! Mas a verdade é que nunca na história desse país, existiu um quadrinho que retratasse mais a minha realidade atual do que este!Tenho certeza que muitos têm a mesma sensação e por isso compartilho com vocês:

Caco Galhardo - O Batente - Você SA - Fev/2008

Posted by: JoséD | Fevereiro 21, 2008

Olá Oco

          A existência de canais alternativos, como este, devem servir para veicular opiniões que não tenham sido submetidas à “padronização global”, da própria Globo,  do Civita, da Record, etc., etc”. Com efeito, sem demérito às publicações/reportagens ” de carreira”, a sistematização da leitura destas  (abandonarei a partir de agora a colocação de aspas, mesmo porque aspa é sinônimo de chifre, do qual quero distância - lato senso - ), emburrece e empobrece o intelecto de qualquer mortal.

          Desejo aproveitar o ensejo que não é uma solução, mas é uma rima, para convidar o incauto que já se atreveu a ler até aqui, a meditar sobre. Faça uma meditação com um olho aberto e não com a abstração total iogue, pois o capitalismo selvagem (e bom?!) não permite tanto desprendimento.

          Sem quaisquer tinturas partidárias e exemplificando, vejo e leio os defensores do povo pobre espocarem manchetes, com conteúdos mais ou menos assim: Xô CPMF! E, logo, todo mundo aplaude e reconhece nas quatro letras o Inimigo, o escorpião que tá me ferrando.( Estranhamente, vi um adesivo destes no carro do vigário de uma pequena cidade catarinense! A intensa malbaratação do voto, deve ter mexido , também, com o  de pobreza…)A oposição, por muitos anos situação,  montada nas suas recondicionadas rocinantes, a D a E e a M, atacou quixotescamente as pás deste moinho, aliás, de sua co-autoria, até quebrá-lo e pô-lo abaixo.

          Os ventos que o moviam, podem agora soprar sem medo em direção às suas, já gordas, contas bancárias. Isto, sem pensar que a cobrança da CPMF permitia,  com seu registro, um seguro e eficaz instrumento para rastrear as grandes boladas que transitam pelos bancos, não são detectadas pela Receita Federal e rolam, mansamente, até caírem no Caixa Dois. De lá, só saem pra promover toda a sorte de maracutaias, muitas das quais fariam até o José Dirceu e o carequinha  Valério corarem. Não de vergonha, mas de raiva por não terem pensado nisto primeiro.

          Os pobres, aqueles que não têm conta bancária, ou se as têm destinam-se ao recebimento exclusivo do salário (onde eram isentas), não pagavam CPMF…

          O papo de que a tal contribuição gerava um efeito cascata, é outro dogma sobre o qual restam todas as dúvidas. Mas, por via das dúvidas, repassava-se. Agora, novos impostos  estão sendo criados. Estes sim alcançarão, por repasse empresarial direto,  todos os consumidores. Inclusive aqueles do parágrafo acima que estavam podendo comer um pouco mais, comprar chinelos um pouco mais, camisetas um pouco mais, remédios um pouco mais, andar de ônibus um pouco mais, ir ao médico/dentista um pouco mais, ir à escola um pouco mais…

          Mas, tá certo, dizem os das três velhas letras travestidas. Mas, não só eles: Todos os mordidos pela mosca capitalista. -  Não podemos deixar que se acostumem…

          No caso pouco provável de alguém ter lido até aqui e achado a matéria muito certinha, ortodoxa mesma, pergunto: mosca morde ou pica?  Assinalando a segunda opção,  o mesmo pra você.

José D. (o outro)

Empresa de SC oferece profissionais especializados para descobrir e resolver erros em sistemas empresariais

A Teclógica, empresa de Blumenau (SC) especializada em soluções corporativas nas áreas de projetos de software, infra-estrutura e integração, desenvolveu um novo serviço: a Consultoria Técnica de Investigação de Problemas.Trata-se de um produto que possibilita a investigação de erros em sistemas e infra-estruturas corporativas de TI e da formulação de soluções que evitem perdas de informações importantes ou gerem danos na produção.

Segundo Roni Nicoletti, Gerente de Projetos de Infra-estrutura, o projeto é desenvolvido em três fases: “estudo e análise do problema, formulação e teste das hipóteses e proposta de solução”. “Utilizamos o método científico para investigação, que é orientado ao levantamento de teses e conclusões”, comenta.

Roni explica que uma das grandes vantagens do serviço da Teclógica é o acionamento apenas quando há demanda. “A empresa não precisa manter uma equipe técnica especializada e, ao mesmo tempo, conta com um serviço de alto nível quando houver necessidade”, comenta. Ele conta ainda que, por ser uma equipe externa que não está envolvida nos processos diários da empresa, a investigação e a conclusão tendem a ser mais amplas e ágeis, devido ao foco na questão a ser resolvida.

Para que o trabalho de Consultoria Técnica de Investigação de Problemas possa atingir resultados de forma rápida e a raiz do problema seja facilmente encontrada, a empresa precisa conhecer os sintomas e a extensão do incidente em questão. Segundo o analista de suporte, Fabio Cristofolini, as informações prestadas por quem vive o problema são o meio mais importante de chegar às hipóteses relevantes. Depois de concluído o trabalho, o processo aplicado a esta consultoria prevê a apresentação e a entrega de relatório técnico aos gestores de TI da empresa, dando assim a oportunidade para a empresa internalizar o conhecimento através de registros bastante detalhados.

Os processos desenvolvidos para esta consultoria foram obtidos através do uso de práticas contidas na biblioteca ITIL, principalmente na disciplina de gestão de problemas. “Em geral as equipes responsáveis pela gestão de problemas e incidentes estão dentro da organização e por vezes são as mesmas pessoas”, explica Fabio. “No modelo desenvolvido pela Teclógica, as equipes são distintas e a equipe de gestão de incidentes fornece informações para a investigação dos problemas, uma vez que a Teclógica complementa a equipe de gestão de problemas do cliente”.

5W1H

As conclusões obtidas através da Consultoria Técnica de Investigação de Problemas são apresentadas através da ferramenta 5W1H (What, Who, When, Where, Why e How) utilizada em processos de qualidade. Graças à utilização desta ferramenta, é possível demonstrar claramente as ações, definir responsabilidades pela execução do plano de melhorias e pela aplicação dos questionamentos para orientar as ações que serão implementadas, garantindo assim o correto encaminhamento para a solução definitiva do problema.

Publicações desta noticia: Fundação Getulio Vargas

Consultoria técnica em problemas - Uberlândia

Posted by: oconteudo | Fevereiro 5, 2008

Teclógica especializa-se em virtualização de servidores

CONHEÇA AS VANTAGENS DAS OPERAÇÕES COM O NOVO CONCEITO 

A virtualização de servidores já está ganhando espaço no cenário empresarial atual, e a Teclógica não poderia estar de fora dessa novidade. A empresa desenvolveu mais de uma centena de projetos na migração e nas adaptações para o sistema. Segundo o gerente de software e infra-estrutura, Roni Nicoletti, a virtualização é um conceito novo que funciona, basicamente, pela mudança de uma estrutura física para um ambiente virtual. “Nesta modificação, estão contidas diversas vantagens que vão desde a economia até uma maior estabilidade do servidor”, comenta o gerente.

Como operam de forma virtual, esse tipo de servidor é muito mais estável do que um equipamento físico. “Os riscos de intervenções por uma queda de energia, por exemplo, são praticamente anulados”, comenta Roni. Além disso, é possível que numa só unidade da empresa estejam concentrados todos os equipamentos cruciais para seu funcionamento, já que os softwares estarão no ambiente virtual. “Uma das experiências vividas pela Teclógica foi na unificação dos servidores de uma multinacional para um só país com a utilização dos servidores virtuais. O projeto foi um sucesso”, afirma Roni. 

A economia gerada pela empresa que adere aos servidores virtuais vai desde a redução no consumo com energia elétrica para manter vários equipamentos ligados e para refrigerar o ar na temperatura ideal para o funcionamento deles. “Outra grande economia é no que diz respeito ao re-trabalho na instalação de softwares em várias máquinas e várias unidades”, comenta Roni.

A facilidade de aumento de capacidade do servidor também é um grande destaque. “Vamos supor que uma empresa solicitou, inicialmente, um servidor que possuísse 2gb de memória e, ao longo da implantação constatou-se que a necessidade era o dobro dessa capacidade”, exemplifica Roni. “Basta alguns minutos de re-configuração e incremento e pronto. Não há necessidade de abertura e instalação físicas de novos componentes para redimensionar o hardware”.

NOTA FISCAL ELETRÔNICA

Outra situação já vivida pela Teclógica é na migração para atender a um cliente que está se adequando ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). “Para suportar os arquivos gerados pelo novo sistema, nosso parceiro optou pela criação de um ambiente virtual contendo dois servidores virtuais onde serão instaladas as aplicações necessárias para as novas regras fiscais brasileiras”, explica Roni. A escolha desse modelo foi baseada no resultado dos mesmos procedimentos na parte de Nota Fiscal Eletrônica, quando o sistema se mostrou muito confiável e de alta disponibilidade.

O coordenador conta que os servidores virtuais possibilitaram a descoberta de todas as necessidades de mudança do sistema ainda na fase de homologação do SPED, graças aos chamados snapshoots. “São espécies de fotografias que registram dados sobre o funcionamento dos servidores virtuais”, diz Roni. “Depois de implantados servidores virtuais, esses dados são recolhidos e só então começam os testes da própria empresa, garantindo a possibilidade de restauração imediata se alguma mudança apresentar problemas”.

CONCEITO DE EMPRESA VERDE É REFORÇADO

Através da adesão a virtualização de servidores, as empresas adotam mais um conceito crescente no cenário empresarial: a preservação dos recursos naturais. Roni comenta que graças aos novos processos, há uma grande redução no consumo de energia elétrica para manutenção dos equipamentos funcionando.

“Os servidores que antes funcionavam a em diversos equipamentos diferentes agora podem operar com apenas um, o que, além de resultar um ambiente mais organizado física e virtualmente, diminui consideravelmente os danos ao meio ambiente”, confirma Roni. “Outro aspecto muito positivo é uma menor carga dos ar condicionados para atingir e manter a temperatura ideal para  bom funcionamento dos equipamentos”.

Sites com o artigo publicado: Noticenter, SOSIESC, BluSoft, FolhaBlu, ExImproviso, NoClic, Antena1FM

Posted by: oconteudo | Setembro 1, 2007

Hoje foi meu aniversário e recebi de um casal de grandes amigos a homenagem abaixo, valeu Puffy e Jovy…

 http://www.slide.com/r/Cq5p4_AO1z-LlM-93YoJpVQmOODWqN7a?view=original

Posted by: oconteudo | Agosto 31, 2007

José Nicoletti - Fundador de Gramado

Recentemente eu e minha esposa fomos à gramado e nesta viagem tive oportunidade de conhecer pessoalmente a praça do Major Nicoletti, fundador da cidade.

Abaixo, compartilho com vocês algumas imagens da praça e da história de um dos Nicolettis mais ilustres até o momento:

Pç. Major Nicoletti

Busto Major Nicoletti - Gramado - RS:

Busto do Major Nicoletti 

Placa exposta na praça Major Nicoletti em Gramado. Conta um pouco da história do fundador da cidade:

Placa Mj. Nicoletti

Leia Mais…

iphone2 

 Se o assunto é como divulgar um produto, o Apple iPhone nos últimos seis meses foi tema de 11 mil artigos na imprensa, e uma busca no Google usando o nome do produto atrai 69 milhões de retornos. Os adeptos mais devotados da marca estão acampados diante das lojas Apple, blogs apelidaram o aparelho de “Jesus dos celulares” - e tudo isso antes que um único consumidor encostasse um dedo no celular.

Como isso é possível?
O fato é que boa parte dos exageros e algumas das críticas quanto ao iPhone são perfeitamente justificados. O iPhone é revolucionário - e imperfeito. Tem substância e tem estilo. Faz coisas que nenhum celular foi capaz de fazer; carece de recursos disponíveis até mesmo nos mais básicos dos concorrentes.

A menos que você tenha passado os seis últimos meses trancado em um tanque de isolamento sensorial, deve saber o que é o iPhone: um pequeno e lindo computador de mão cuja tela é feita de vidro sensível ao toque.

Os dois modelos, ao preço de US$ 500 e US$ 600, têm respectivamente quatro e oito gigas de memória ¿ ou espaço para 825 e 1.825 canções. (Em ambos os casos, 700 megabytes são ocupados pelo software do aparelho.) O preço é alto, mas, por outro lado, inclui um celular, um iPod capaz de executar vídeo, um terminal de e-mail, um navegador de Internet, uma câmera, um despertador, um organizador pessoal semelhante aos Palms e, acima de tudo, serve como um tremendo símbolo de status.

O aparelho é tão esguio, tão fino, que faz com que Treos e Blackberrys pareçam obesos em comparação. É fácil manchar o vidro - e ele pode ser limpo com a manga da camisa -, mas não é fácil arranhá-lo. Estou andando com um iPhone no bolso há duas semanas, sem proteção (o iPhone, quero dizer, não eu), e o aparelho não mostra nem mesmo uma marca.

Mas a maior realização é o software. É rápido, bonito, não precisa de menus e é mortalmente fácil de operar. Não há como perder o rumo, porque o único botão físico com que o aparelho está equipado conduz o usuário de volta à tela inicial, na qual estão exibidos os ícones para as 16 funções do iPhone.

É provável que você tenha visto os comerciais da Apple, mostrando a física peculiar que rege as coisas que o iPhone exibe em sua lista. É possível percorrer uma lista movendo apenas um dedo; as capas de CDs se abrem quando você as toca; as mensagens de e-mail rejeitadas “caem” em uma cesta de lixo. É claro que tudo isso é só enfeite. Mas são características que tornam o aparelho divertido de usar, algo que dificilmente se poderia dizer sobre a maioria dos celulares.

A Apple escolheu a AT&T (ex-Cingular) como operadora exclusiva do iPhone nos primeiros anos do produto, em parte porque a empresa deu carta branca ao fabricante para redesenhar tudo aquilo que as pessoas odeiam sobre os celulares convencionais.

Por exemplo, quando o aparelho enfim for colocado à venda, na sexta-feira, o usuário não precisará assinar o serviço em uma loja de celulares, sob pressão dos vendedores. Poderá levá-lo para casa e escolher o plano que preferir com calma, usando o software iTunes que já vem instalado.

O melhor é que acesso ilimitado à Internet só eleva em US$ 20 ao mês o preço do plano de voz oferecido pela AT&T, cerca de metade do que os proprietários de Treos e Blackberrys pagam por serviço semelhante. Por exemplo, o plano de US$ 60 ao mês oferece 450 minutos de voz, 200 mensagens de texto e acesso ilimitado à Internet, enquanto o de US$ 80 mensais dobra o número de minutos. Comprar um iPhone requer escolher um desses planos de voz e Internet, com prazo mínimo de dois anos.

No iPhone, você não precisa verificar mensagens de voz; o aparelho verifica para você. Um botão revela todas as mensagens gravadas, listadas como se fossem e-mails. Não é preciso ligar para a operadora, digitar senha ¿ e não há aquela voz de robô sonolento dizendo “você… tem… vinte… e… uma… mensagens”.

Pode-se atender a uma ligação pressionando o ícone de resposta na tela, ou apertando a pequena área saliente no cordão do fone de ouvido. A música ou vídeo que você esteja usando param até que você desligue. Fazer uma ligação, no entanto, pode requerer até seis passos: ligar o telefone, liberar os botões, ir à tela inicial, abrir o programa de telefonia, verificar a lista de chamadas recentes ou a agenda, e selecionar um nome. A qualidade telefônica é apenas média, e depende da força do sinal da AT&T em sua área.

O e-mail é fantástico; as mensagens chegam completamente formatadas, sem perder nenhum recurso gráfico. Pode-se até abrir (mas não editar) arquivos em Word, Excel e .PDF.

Mas o melhor é o browser de Internet. Não é uma versão simplificada e claustrofóbica como as que vemos em celulares; o usuário tem pleno acesso a layouts de web, incluindo todas as fontes, em tamanho reduzido para se enquadrar à tela. A ponta do dedo serve como controle de rolagem, muito mais rápido do que as barras de rolagens convencionais. Bater duas vezes na tela amplia um bloco de texto para leitura, e girar o aparelho em 90 graus causa rotação e ampliação da imagem, aproveitando as dimensões mais amplas da tela no sentido alternativo.

Por fim, é possível ampliar uma página de web, mensagem de e-mail ou foto posicionando polegar e indicador sobre a tela, unidos, e os afastando gradualmente. A imagem cresce como se estivesse impressa em borracha.

A Apple afirma que uma carga de bateria propicia oito horas de voz, sete horas de vídeo ou 24 horas de áudio. Meus resultados não foram tão impressionantes; consegui cinco horas de vídeo e 23 de áudio, provavelmente porque não desliguei o telefone, o Wi-Fi e outros recursos, como a Apple fez nos testes. Na prática, você provavelmente precisará recarregar a cada dois dias.

Portanto, sim, o iPhone é maravilhoso. Mas não, não é perfeito.

Falta uma porta de memória, um programa de chat, um comando de discagem por voz. Não se pode instalar programas novos que não sejam da Apple. O browser não aceita Java ou Flash. O sistema de digitação na tela não funciona tão bem quanto a empresa alega, e a rede da AT&T é o ponto mais fraco do produto, tendo sido classificada em penúltimo ou último lugar em 19 das 20 maiores cidades norte-americanas em um estudo da “Consumer eports”.

Ainda assim, mesmo na versão 1.0, o iPhone continua a ser o mais sofisticado e inovador eletrônico a chegar ao mercado em anos. Faz tantas coisas tão bem, e de forma tão agradável, que é fácil perdoar seus defeitos.

Em suma, os exageros sobre ele não são exageros. Como disse o jogador de beisebol Dizzy Dean, “se você realmente fez alguma coisa, falar sobre ela não é contar vantagem”. 
  
 The New York Times

Posted by: oconteudo | Junho 23, 2007

Inauguração * Bem-Vindo

23 de junho de 2006 - 02:11am

Olá, seja muito bem-vindo ao OConteúdO ou para os intimos simplesmente OCO. O blog periódico que trata sobre um pouco de tudo ou simplesmente sobre coisa alguma.

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